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Afinal, o que é roadmap? Para que serve? Como fazer o seu?

Sabe aquela sensação de que você está sempre fazendo muito, mas ainda sim, não consegue enxergar os resultados? Parece que nunca sai do lugar. O Roadmap pode ser uma das soluções para essa sua dor. Ele é uma ferramenta visual que mostra exatamente como será o caminho a percorrer em cada uma das etapas de produção, seja do produto ou projeto.

Essa estratégia surgiu a partir da Gestão de Produtos. O Roadmap serve como um guia para que você possa saber onde está, aonde quer chegar e o que precisa fazer para atingir esses objetivos.

O mais interessante é que o Roadmap não é limitado apenas para projetos empresariais. Também é possível aplicar essa técnica aos projetos individuais, principalmente se o seu objetivo é organizar a sua carreira, ter mais foco e ser mais produtivo.

O Roadmap é como um guia, com elementos importantes visualizados previamente, como: os responsáveis, o público, as tarefas e os prazos.
Embora seja uma ferramenta-guia, deve ser modificada ao longo do percurso. Não é algo definitivo e fechado, o importante é usar da forma mais efetiva possível.

Para que serve um Roadmap?

A ferramenta tem como objetivo a organização e a efetividade no processo. O que já é um motivo e tanto para que você comece a aplicar nos seus projetos. Então antes de qualquer coisa se faça as seguintes perguntas: Você sabe onde está hoje? E aonde quer chegar?

Pode ser que você já tenha uma noção, porém, o que dificulta o seu processo profissional é, justamente, não saber como fazer para alcançar as metas finais.

O Roadmap serve para isso, pois, com ele, você consegue saber exatamente quais caminhos seguir, como um passo a passo. Ter todos os processos alinhados, torna possível manter o foco e a produtividade em alta. Em resumo, podemos dizer que o Roadmap é importante pelas seguintes razões:

– vai ajudá-lo a se organizar e alinhar suas visões de carreira;
– roteiriza as etapas e permite a visualização antes de partir para o próximo ponto;
– com o plano organizado, o fluxo de trabalho melhora, facilitando o processo;
– permite que a produtividade e o foco estejam aplicados no que é mais importante, sem perder tempo com algo irrelevante, atrapalhando o processo.

Você sabia que existem diferentes tipos de Roadmap?

Isso mesmo! Mesmo que o mapa visual funcione como um roteiro de produto ou projeto, ele tem diferentes tipos, justamente pelo fato de ser ajustável. Saiba quais são:

– Roadmap de coaching;
– Roadmap tecnológico;
– Roadmap de software;

Entender como funciona cada tipo é essencial para a sua aplicação e efetividade. Além disso, pode ajudar na criação do seu Roadmap.

Roadmap de coaching

Pode servir como uma ferramenta de desenvolvimento pessoal. Pode ajudar o profissional autônomo, desde que ele faça uma análise completa da sua carreira, listando os pontos mais importantes, pontos de melhoria e de acertos, a fim de observar quais são as particularidades de cada profissional. Este pode ser o único entre os modelos que é trabalhado individualmente.

Roadmap tecnológico

Este tipo se encaixa melhor em empresas, principalmente aquelas que tem como objetivo o crescimento estratégico a partir do uso de determinada tecnologia. Algumas das mais usadas no momento são:

– Internet das Coisas;
– Big Data;
– Inteligência Artificial.

Muito mais do que implementar essas melhorias na empresa, é preciso conhecer mais sobre cada uma das tecnologias e ter uma visão estratégica a longo prazo para o seu uso. Neste momento é que o Roadmap se faz útil, guiando os profissionais em seus objetivos específicos com o uso delas.

Roadmap de software

Um modelo semelhante ao tecnológico, porém muito mais utilizado dentro dos setores de TI, em áreas como desenvolvimento de sistemas ou softwares, onde muitos processos são necessários até atingir o objetivo final de um cliente.

Aqui se encaixam múltiplas tarefas e divisões entre os envolvidos no projeto. Algumas delas são:
● Análise: momento de conhecer as necessidades do consumidor;
● Concepção: apresentação arquitetônica de como será o software ou sistema;
● Desenvolvimento: nesta fase, a ideia já está se tornando prática e os responsáveis começam a colocar o projeto para rodar;
● Implantação: Antes mesmo do lançamento do produto, entram as fases de testes, e, se necessário, a realização de ajustes.

Como fazer o seu Roadmap?

Você agora conhece o Roadmap e como ele pode ajudar você e sua empresa, mas como colocar tudo isso na prática? Leve em consideração os seguintes pontos na hora de criar o seu mapa visual:

● Onde estou?
● Onde quero chegar?
● Como faço para chegar lá?

É importante que você crie um mapa bem visual, dividido por etapas e funções. A partir desse alinhamento, você deve partir aos próximos passos:

Defina os objetivos: Não se engane, esse é o ponto mais importante do projeto. Aqui, pense estrategicamente, pois será o seu maior guia dentro desse roteiro. Elabore algo voltado para o seu crescimento profissional a longo prazo.

Anote as ideias: Agora que já definiu o principal objetivo estratégico do seu mapa, anote todas as ideias que tiver sobre ele. Pense em todas as

possibilidades, sem bloqueios. A validação vem em seguida, mas agora é importante colocar todas elas no papel. Valide as melhores ideias de acordo com as suas prioridades e passe para o próximo passo.

Tenha organização: Defina suas prioridades e separe por ordem de importância cada ponto. Nessa etapa, deve estar bem especificado o tempo, com suas devidas divisões, e períodos de conclusão.

Faça um roteiro: O roteiro serve como o ponto visual de todo o processo, pois é possível saber exatamente quanto tempo levará para cada etapa.

Mensure os riscos: Mesmo com toda a organização, prazos estabelecidos e cada tópico listado, é preciso pensar em possíveis riscos durante o projeto, pois, caso aconteça, você não será pego de surpresa.

Revise sempre que necessário: O Roadmap é um guia, mas não deve ser um documento restritivo. Ele precisa ser modificado ao longo do percurso, uma vez que, ao colocar todas as dicas em prática, pode ser que você note algum erro no caminho. Com a revisão, é possível evitar erros, excessos e desalinhamentos.

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